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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

RS realiza a sua 1ª Conferência Estadual de Comunicação



Cerimônia de abertura da Confecom-etapa RS



Começou no dia 17 de novembro, sob o tema Meios para a Construção de Direitos e Cidadania na Era Digital, na Assembleia Legislativa (Teatro Dante Barone), em Porto Alegre, a 1ª Conferência Estadual de Comunicação.

No primeiro dia, a mesa de abertura da Conferência foi composta por Ottoni Fernandes Jr., da secretaria de Comunicação da Presidência da República; deputado Ivar Pavan, presidente da Assembleia Legislativa do RS; os deputados estaduais Adão Villaverde, Miki Breier e Raul Carrion; Celso Schröder, presidente da Comissão Organizadora Estadual da Confecom; Clementino Lopes, coordenador regional da Abraço/RS; Cristina Lemos, diretora do Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal do RS, Renato Martins, diretor regional sul Grupo Bandeirantes.

Ottoni Fernandes Jr., da secretaria de Comunicação da Presidência da República, destacou a importância da participação do Rio Grande do Sul nesta etapa, principalmente por toda a sua história política e democrática. Ele abordou a questão da urgência em discutir um novo modelo de comunicação para o Brasil e falou sobre a necessidade de um marco regulatório mais abrangente e amarrado.


A comunicação em debate
No segundo dia da Conferência foram realizados três painéis, os grupos de trabalho e a eleição dos delegados, além da leitura e a aprovação do Regimento Interno.
Secretário de Comunicação da CUT-RS, Paulo Farias, na leitura do Regimento Interno

O primeiro painel tratou do eixo temático Produção de Conteúdo e teve como painelistas o professor da UFRGS, Pedrinho Guareschi; a jornalista e coordenadora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Unisinos, Christa Berger e o advogado Eduardo Krause. O assessor da Presidência do parlamento gaúcho, Ricardo Haesbert foi o mediador.

Guareschi iniciou citando quatro pontos que ele considera fundamental quando se fala em comunicação: a comunicação é central na construção da democracia, a mídia constrói uma realidade que não é a real; a grande força dos meios de comunicação de massa está aonde ele silencia e que os meios de comunicação mudaram o sentido de “público” e “privado”.“A tarefa da mídia é estabelecer debates. Por que a Confecom não está inserida nas pautas dos grandes veículos e nos debates da sociedade?”, questionou Guareschi. Para ele, a realização da conferência é um grande passo na democracia brasileira. “Estamos de parabéns, pois estamos discutindo a comunicação que temos e a comunicação que queremos”, encerrou.

A história e o papel dos órgãos reguladores da imprensa no Brasil foram abordados pelo advogado Krause. Ele explicou que as agências reguladoras “são autarquias com competência revestida de maior relevância no que diz respeito à autonomia”.
Já Christa Berger falou sobre a importância de valorizar o debate sobre a comunicação e a longa luta que proporcionou a realização da Conferência. “Outro acerto desse evento são os eixos temáticos”, acredita Christa. Segunda ela, o maior poder do jornalismo é escolher o que mostrar: “deixando de fora o que não interessa a grande mídia. O que está acontecendo na comunicação brasileira, com todo o processo da Confecom, não é mostrado”, afirmou.
Após, foi realizado o painel sobre os Meios de Produção, que contou com o jornalista e diretor da Fenaj, José Carlos Torves; o jornalista, presidente do Conselho Deliberativo da Fundação Piratini e professor da Unisinos, Pedro Osório e o advogado da RBS, Marco Antonio Campos.
Mediando o debate estava o superintendente geral da Assembleia Legislativa, será João Motta. Para Torves é fundamental uma reestruturação nos meios de comunicação de massa no Brasil. “Precisamos de um marco regulatório atualizado. De uma rede pública para dar voz a todos os segmentos da sociedade”, defendeu. Para o jornalista, ao democratizar a comunicação também irá se democratizar a cultura. No final de sua fala, Torves lembrou o jornalista Daniel Herz, que lutou durante anos para a democratização da comunicação.

A influência da mídia na vida do indivíduo e da sociedade foi lembrada pelo Pedro Osório. Para ele é necessário pensar a comunicação como algo estruturante na sociedade e enxergar os meios de distribuição como bens públicos. “Durante 10 anos nenhum veículo de Porto Alegre falou sobre o Orçamento Participativo, enquanto vinham para cá, dezenas de jornalistas e pesquisadores do Brasil e do Exterior. E o OP reunia milhares de pessoas que decidiam ações importantes para a sociedade, tudo isso sem a cobertura da mídia”, lembra.
Por fim, o advogado da RBS, Marco Antonio falou sobre a legislação que rege os meios de comunicação no país. “Essa legislação é atrasada e precisa ser revista. A sociedade precisa ter controle sobre a rede pública”, declarou.

Cidadania: direitos e deveres foi o tópico do terceiro painel da Conferência, apresentado durante a tarde do dia 18.
O debate, mediado pelo deputado Miki Breier (PSB), estabeleceu-se a partir da exposição da representante do Conselho Federal de Psicologia e integrante do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, a psicóloga Roseli Goffmann; do advogado Ricardo Giuliani Neto; e do superintendente de Comunicação Social da AL/RS, Celso Schröder.
A psicóloga defendeu teses como o fim da publicidade de bebidas alcoólicas e das propagandas que induzem a um padrão de consumo que não dialoga com as necessidades reais da sociedade. O advogado Ricardo Giuliani abordou questões sobre liberdade de expressão, liberdade de imprensa e soberania

Após o debate conjunto, os participantes reuniram-se em três grupos, conforme os eixos temáticos do evento: produção de conteúdo; meios de difusão; e cidadania: direitos e deveres. As equipes irão produzir propostas que devem ser levadas pelos delegados regionais à Conferência Nacional de Comunicação. O evento será em Brasília, de 14 a 17 de dezembro

Os 86 delegados que representarão o Rio Grande do Sul foram eleitos em plenária conjunta no Teatro Dante Barone. A 1ª Conferência Estadual de Comunicação – a Confecom – Etapa RS ocorreu simultaneamente nos estados do Amapá, Amazonas, Maranhão e Rio Grande do Norte entre os dias 17 e 18.

Texto e Foto Por: Daiani Cerezer CUT-RS

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Cidadania, democracia e comunicação pautaram debate em painel da Confecom RS

Michele Limeira - MTB: 9733 Agência de Notícias 17:50 - 18/11/2009 Edição: Letícia Rodrigues - MTB 9373 Foto: Marcos Eifler / Ag AL


Último painel do evento ocorreu na tarde desta quarta-feira
Representantes da sociedade civil organizada, ongs, sindicatos, conselhos, associações e cidadãos preocupados com a democratização da comunicação dividiram, na tarde desta quarta-feira (18), utopias e desafios para a área. “Cidadania: direitos e deveres” foi o tema do terceiro painel da 1ª Conferência Estadual de Comunicação – a Confecom – Etapa RS, realizada na Assembleia Legislativa, no Teatro Dante Barone.

O debate, mediado pelo deputado Miki Breier (PSB), estabeleceu-se a partir da exposição da representante do Conselho Federal de Psicologia e integrante do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, a psicóloga, Roseli Goffmann; do advogado Ricardo Giuliani Neto; e do superintendente de Comunicação Social da AL/RS, Celso Schröder.

Crítica, Roseli Goffmann afirmou que a mídia “determina desejos, cria vontades ligados à sociedade de consumo, que constróem uma subjetividade padronizada”. Os veículos de comunicação, segundo ela, têm postura hegemônica e não contribuem com a diversidade. A psicóloga defendeu teses práticas: o fim da publicidade de bebidas alcoolicas; da exploração da imagem do homem, da mulher, da criança e do adolescente na mídia; e das propagandas que induzem a um padrão de consumo que não dialoga com a necessidades reais da sociedade e de um trânsito saudável.

Por outro lado, o advogado Ricardo Giuliani foi provocativo. Abordando questões sobre liberdade de expressão, liberdade de imprensa e soberania, posicionou: “falo em nome do capital”, justificando a reflexão que apresentou. “Sou do tempo em que havia uma centralidade voltada para a sociedade”, observou, resgatando o conceito de “esfera pública”, do teórico alemão Jürgen Habermas. Na sua avaliação, a sociedade vive hoje a “idade mídia”. Segundo Giuliani, a época vivida elimina a centralidade da sociedade, relativizando o conceito de soberania. “Vivemos a transição do utópico para o atópico”, pontuou. No entendimento do advogado, na idade mídia, ou seja, a do capitalismo pós-industrial, a sociedade perde seus valores e as liberdades propaladas neste contexto não pensam suas consequencias.

O discurso saudosista do advogado, que lembrou seu tempo de atuação política, foi retomado pelo o jornalista Celso Schröder. “É urgente e necessária a reconstrução da esfera pública”, defendeu. Schröder também recuperou uma das ideias centrais do debate: o “controle público”. daConforme o jornalista, a sociedade precisa criar mecanismos tranversais e em rede que possam incidir sobre o conteúdos dos meios de comunicação.

O “controle público”, conceito defendido pelo jornalista Daniel Herz, homenageado da Conferência de Comunicação, tem sua dimensão, de acordo com Schröder, na palavra público, que elimina as possibilidades de entendimento de que o controle se dá através de um único indivíduo. Para Ricardo Giuliani, a ideia é também uma forma de liberdade. Contribuindo com a discussão, a psicóloga Roseli Goffmann destacou parâmetros de qualidade para análise de conteúdos de programas de TV, dentre eles o estímulo ao pensamento, ao debate de ideias, a apresentação de desafios e a ampliação do horizonte do público.

Grupos de trabalho
O painel desta tarde foi o último da Conferência e precedeu as discussões dos grupos de trabalho. Após o debate conjunto, os participantes reuniram-se em três grupos, conforme os eixos temáticos do evento: produção de conteúdo; meios de difusão; e cidadania: direitos e deveres. O trabalho dos grupos resultará nas propostas que serão levadas pelos delegados regionais à Conferência Nacional de Comunicação, que acontece em Brasília, de 14 a 17 de dezembro. Os 86 delegados que representarão o Estado serão eleitos logo após os grupos de trabalho, em plenária conjunta no Teatro Dante Barone.
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Confecom debate a construção de direitos e cidadania na era digital

Claudia Paulitsch - MTB 9095 Agência de Notícias 11:38 - 18/11/2009 Edição: Sheyla Scardoelli - MTB 6727 Foto: Marco Couto / Ag. AL


Painelistas abordam conteúdo e distribuição da informação nesta manhã

A 1º Conferência Estadual de Comunicação (Confecom/RS) discute, durante esta quarta-feira (18), meios para a construção de direitos e cidadania na era digital. O evento, que iniciou ontem (17), ocorre no Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa. A produção de conteúdo foi o tema do primeiro painel do dia. De acordo com a jornalista e coordenadora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Unisinos, Christa Berger, qualquer conquista que a Conferência venha a trazer, será uma contribuição ao processo democrático no Brasil.

Christa destaca o fato de a mídia não fazer a crítica necessária sobre sua própria atuação. “A Conferência Nacional de Comunicação não está na pauta da grande imprensa”, acrescenta. Outros aspectos destacados por Christa referem-se à importância da diversidade e da inclusão no processo de democratização da comunicação no País. Além disso, a jornalista chamou atenção para a necessidade de avaliação sobre a forma como são selecionados os assuntos a serem noticiados, pois muitos ficam de fora da cobertura.

Já o professor da UFRGS, Pedrinho Guareschi, chama a atenção para a importância da Confecom como exercício da democracia participativa. De acordo com o advogado Eduardo Krause, também participante do primeiro painel, a agências regulatórias somente serão firmes e atuantes se receberem suporte, através da aproximação dos empreendedores, Estado e usuários.

A programação desta manhã segue com a discussão sobre os meios de distribuição. Às 14 horas o debate será em torno do tema Cidadania: direitos e deveres. A plenária final será às 17h, com a eleição de 86 delegados que representarão o Estado na 1ª Conferência Nacional.

Regimento Na abertura do evento, nesta manhã, houve aprovação do regimento interno da Confecom estadual, com apenas uma abstenção. O evento elabora propostas para serem apresentadas na Conferência nacional, a ser realizada entre 14 e 17 de dezembro.

1ª Conferência Estadual de Comunicação é aberta na AL do Rio Grande do Sul

Wálmaro Paz - MTB 5483 Agência de Notícias 21:20 - 17/11/2009 Edição: Letícia Rodrigues - MTB 9373 Foto: Marcelo Bertani/Ag AL


Evento começou na noite desta terça-feira no Teatro Dante Barone
A palestra do subchefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Ottoni Fernandes Junior, abriu a 1ª Conferência Estadual de Comunicação (Confecom/Etapa RS) na noite desta terça-feira (17), no Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa. Organizada pela Superintendência de Comunicação Social da AL, o encontro tem como tema "Comunicação: meios para a construção de direitos e cidadania na era digital” e segue nesta quarta-feira (18).

Durante a abertura do evento, o presidente do Legislativo, deputado Ivar Pavan (PT), lembrou que o Brasil inaugurou uma fórmula nova ao realizar conferências temáticas para criar diretrizes de políticas públicas, como as da saúde e da educação. Para Pavan, a convocação da Conferencia Nacional de Comunicação pelo presidente Lula responde a um déficit histórico neste setor. "A comunicação é um grande tema e a o Parlamento não poderia ignorá-lo", afirmou.

O superintendente de Comunicação Social da AL, Celso Schröder, contou a história da organização da conferência e sua articulação, destacando que o grande debate do evento será em torno do modelo de comunicação que se deseja para o País. Em seguida, o representante da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias/ RS (Abraço), Clementino Lopes, criticou duramente o atual modelo de comunicação do País e o monopólio exercido pelas grandes redes privadas de Comunicação. O representante do setor empresarial, diretor da TV Bandeirantes, Renato Martins, defendeu a necessidade das discussões e da pluralidade na Conferência. Já a representante do Sindicato dos Trabalhadores no Judiciário Federal (Sintrajufe), Cristina Feio, criticou a tendência dos noticiários da mídia que, segundo ela, tradicionalmente criminalizam os movimentos sociais. Ela defendeu a participação dos movimentos sociais como sujeitos da comunicação social e não apenas como objetos.

O deputado Raul Carrion (PCdoB) parabenizou a iniciativa da Assembleia pela iniciativa de convocar a Conferência diante da omissão do Governo Estadual. Carrion defendeu uma reforma no sistema de comunicação do País para que avance o processo de democratização e a criação de um novo marco regulatório que preveja direito de antena para os movimentos sociais, além do incentivo à radiodifusão comunitária.

O deputado Miki Breier (PSB) falou na qualidade de membro da comissão organizadora e salientou que este era um momento histórico e que os participantes deveriam buscar um consenso para levar adiante a luta pela democratização das comunicações. O deputado Adão Villaverde (PT) registrou a decisão do conjunto da Mesa da Casa de tomar a iniciativa de acolher esta conferência preparatória à Conferencia Nacional de Comunicação. Ele defendeu a ideia de que a construção de qualquer tipo de sociedade deve prever a inserção da comunicação, seu modelo e seu sistema.

Palestra de Abertura
O jornalista Ottoni Fernandes Junior deu uma visão panorâmica sobre os problemas que a Conferência terá que enfrentar. Ele lembrou que, embora não tenha caráter deliberativo, o evento vai informar todo o debate sobre comunicação no Brasil. Segundo o jornalista, existem vários modelos de inclusão econômica e o celular é uma forma de inclusão econômica.

"Temos que pensar na inclusão digital no Brasil, onde apenas 7% da população tem acesso à internet. Vamos ter que encontrar um modelo que permita o acesso à banda larga aos setores mais pobres da população", destacou. "O problema é que a legislação sobre o assunto comunicação é toda fragmentada e precisa ser unificada. Estamos colocando no site da Secretaria da Comunicação uma atualização da legislação da Anatel sobre estes assuntos. Não podemos continuar com este marco regulatório, precisamos construir um novo e é nestas conferências que serão construídos”.

Ottoni falou sobre os diversos modelos do planeta e disse que “no Brasil existe uma bagunça, são três organismos que tratam de comunicação e ninguém manda: a Secom, a Anatel e o Ministério das Comunicações". Segundo ele, o Brasil precisa criar um único órgão regulador.

"Esta conferência vai ajudar a preencher este vazio, vai apontar para uma política de transparência. Por isso a discussão central é como garantir a que a maioria da população tenha acesso a comunicação de qualidade”. Ottoni falou ainda das empresas públicas de comunicação criadas pelo governo brasileiro, mas como canais alternativos, sem entrar na concorrência com a rede privada, e defendeu uma fiscalização da sociedade, embora não goste do termo controle social.

Inscrições
O evento é aberto ao público interessado e as ainda inscrições podem ser feitas no Teatro Dante Barone, das 8h30 às 14h na quarta-feira. Para inscrever-se é necessário apresentar os seguintes

documentos:
Sociedade civil empresarial: carta de indicação da empresa, na qual conste CNPJ e CNAE, atividade principal da empresa, cédula de identidade, cópio do CNPJ e da CNAE.
Sociedade civil: cédula de identidade, CPF ou documento equivalente com foto.
Poder público: carta de indicação do representante, cédula de identidade e CPF.
Confira abaixo a programação da Confecom / RS nesta quarta-feira (18):

Manhã
8h30 - Reinicio do credenciamento
9h - Plenária de Abertura da Etapa Estadual da Conferência Nacional de ComunicaçãoAprovação do Regimento Interno

9h30 - Painel 1 – Produção de Conteúdo
Pedrinho Guareschi - Professor da UFRGS
Eduardo Krause - Advogado
Christa Berger - Jornalista e Coordenadora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Unisinos
Mediador: Ricardo Haesbaert - Assessor da Presidência

11h - Painel 2 – Meios de Distribuição
José Carlos Torves - Jornalista - FENAJ
Pedro Osório - Jornalista, Presidente do Conselho Deliberativo da Fundação Piratini
Marco Antonio Campos - Advogado RBS
Mediador: João Motta - Superintendente Geral da Assembleia Legislativa RS

Debate

12h30 - Intervalo para almoçoTarde
14h - Encerramento do credenciamento para Confecom – Etapa RS

14h - Painel 3 - Cidadania: Direitos e Deveres
Roseli Goffmann – Conselho Federal de Psicologia – Membro da Comissão Nacional de Organização da Confecom
Celso Schröder – Superintendente de Comunicação Social da Assembleia Legislativa RS
Ricardo Giuliani – AdvogadoMediador: Deputado Miki BreierDebate

15h30 - Intervalo

15h45 - Grupos de Trabalho

17h - Plenária FinalEleição de delegados à I Confecom

19h - Encerramento

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

1ª Conferência Estadual de Comunicação acontece amanhã e quarta (17 e 18) na Assembléia Legislativa

A 1ª Conferência Estadual de Comunicação será realizada nos dias 17 e 18 de novembro, na Assembléia Legislativa, no Teatro Dante Barone, em Porto Alegre, o tema é Meios para a Construção de Direitos e Cidadania na Era Digital.

Para o dia 17 de novembro o credenciamento terá início às 19h e término às 21 horas. No dia 18 o credenciamento inicia às 8h30min e encerra às 14 horas.

Credenciamento
São necessários para a sociedade civil empresarial no ato de inscrição ter a carta de indicação da empresa, da qual constem CNPJ e CNAE, a atividade principal da empresa, cédula de identidade ou documento equivalente com fotografia, cópia do CNPJ e da CNAE. Para o poder público o representante deve ter a carta de indicação, cédula de identidade, CPF ou documento equivalente com fotografia. Para inscrição no segmento da sociedade civil é necessário a cédula de identidade, CLPF ou documento equivalente com fotografia.

A mesa de abertura, que está prevista para às 19h30min terá Ottoni Fernandes Jr., da secretaria de Comunicação da Presidência da República; deputado Ivar Pavan, presidente da Assembleia Legislativa do RS; deputado Adão Villaverde, da Assembleia Legislativa do RS; Celso Schröder, presidente da Comissão Organizadora Estadual da Confecom; Clementino Lopes, coordenador regional da Abraço/RS; Leonardo Meneghetti, diretor regional sul Grupo Bandeirantes e deputado Francisco Appio, da Assembleia Legislativa do RS. Ás 21 horas ocorrerá o encerramento das atividades.

Dia 18 de novembro, às 9 horas terá a plenária de abertura da Etapa Estadual da Conferência Nacional de Comunicação com a aprovação do Regimento Interno.

Às 9h30min começam os painéis. O painel 1 que trata do eixo temático Produção de Conteúdo, terá como painelistas Pedrinho Guareschi, professor da Ufrgs; Marco Antonio Campos, advogado da RBS; Christa Berger, jornalista e coordenadora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Unisinos. O mediador será Ricardo Haesbert, assessor da Presidência.

O painel 2 terá início às 11 horas e tratará do II eixo temático, Meios de Produção, que contará com José Carlos Torves, jornalistas, diretor da Fenaj; Pedro Osório, jornalista, presidente do Conselho Deliberativo da Fundação Piratini e Eduardo Krause, advogado. O mediador será João Mota, superintendente geral da Assembléia Legislativa do RS.

Às 12h30min haverá um intervalo para o almoço, com a retomada dos trabalhos às 14 horas, com o painel 3, que trata do eixo temático Cidadania: Direitos e Deveres. Deste painel fazem parte Roseli Goffman, do Conselho Federal de Psicologia e membro da Comissão Nacional de Organização da Confecom; Celso Schröder, superintendente de Comunicação Social da Assembléia Legislativa do RS e Ricador Guiliani, advogado. O mediador será o deputado Miki Breier.

Às 15h30min haverá um intervalo e às 15h45min serão formados Grupos de Trabalho.

A plenária final está marcada para às 17 horas, com a eleição de delegados à Confecom. O Rio Grande do Sul terá 38 delegados da sociedade civil, 38 do empresariado e 10 dos gestores públicos.

O término das atividades está previsto para às 19 horas.